A cada gole que dou,
procuro uma resposta
que jamais terei.
Mas logo me questiono:
até quando suportaremos ficar de pé?
Então,
mais um trago — e outra dúvida nasce:
o amor é a única opção de salvação?
Não sei. Ou melhor:
jamais saberei,
pois não pertenço a nada.
E a nada pertencerei.
O que me resta é existir,
até deixar de ser.
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