segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Ecos

As memórias, emissárias da saudade, acariciam antes de ferir, como o silêncio da madrugada.

Amiga inicial, revela-se algoz, portadora da solidão, cruel e avassaladora; resta apenas a desesperança.

Questionar o existir torna-se necessário, mesmo que o destino nos negue.

Em desolação, permanecem as memórias, fragmentos de um passado que não ressurgirá.

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