As memórias, emissárias da saudade, acariciam antes de ferir, como o silêncio da madrugada.
Amiga inicial, revela-se algoz, portadora da solidão, cruel e avassaladora; resta apenas a desesperança.
Questionar o existir torna-se necessário, mesmo que o destino nos negue.
Em desolação, permanecem as memórias, fragmentos de um passado que não ressurgirá.
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